Por Fabricio Ferraz, Sales Director da Arvore Digital
Você está a caminho do Supermercado. Enquanto se aproxima, seu celular vibra: o assistente virtual já te manda uma mensagem com a oferta de um novo queijo importado, perfeitamente alinhado com o vinho que está acostumado(a) a comprar. A oferta foi criada e direcionada a você, antecipando uma possível necessidade.
” Você está a caminho do Supermercado. Enquanto se aproxima, seu celular vibra: o assistente virtual já te manda uma mensagem com a oferta de um novo queijo importado, perfeitamente alinhado com o vinho que está acostumado(a) a comprar. A oferta foi criada e direcionada a você, antecipando uma possível necessidade.”
Você entra na loja e, em vez de pegar um carrinho tradicional, escaneia um QR Code no aplicativo para liberar a catraca de entrada, integrando automaticamente sua identidade digital com a loja física.
(Automação do Acesso é uma forma de se identificar para a loja, gerando muito mais agilidade e comodidade para os passos a seguir – Para o varejista é uma forma de coletar dados e refinar modelos estatísticos que serão usados nas vendas dos espaços digitais para trade e mídia)
Você segue diretamente para a seção de frios. Nota que o layout da loja mudou, colocando os snacks e aperitivos próximos aos queijos (“Como ninguém tinha pensado nisso antes?!”)
(Muitos segmentos do varejo vêm adotando Layouts Dinâmicos: O sistema cruza dados de vendas, estoque e movimentação em tempo real para determinar a posição dos itens, maximizando a visibilidade e impulsionando vendas.)
Você vai até o corredor de laticínios para procurar o queijo em oferta.
Ao chegar lá, percebe que as embalagens de iogurte natural que você normalmente compra estão com preços mais baixos que o normal, exibidos em pequenas telas digitais nas prateleiras.
(As etiquetas eletrônicas substituem as etiquetas de papel, permitindo a alteração dos preços em segundos. O recurso permite alterações de preço com base em fatores como a proximidade do vencimento, demanda ou concorrência, visando reduzir perdas. Com IA, isso pode ser inclusive automatizado.)
Enquanto decide, uma tela na ponta da gôndola exibe um conteúdo dinâmico com uma receita rápida usando o queijo em oferta e a marca de bolachas da indústria parceira.
(Uso de telas nas gôndolas como canal de comunicação e entretenimento para engajar clientes no ponto de venda – Para o varejista, mudar da “venda de um espaço de ponta de gondola” para “venda do tempo de tela” é uma forma de potencializar a receita de um único ponto de contato com o consumidor, o que permite cruzar ofertas de produtos complementares ou campanhas publicitárias com conteúdos não endêmicos.)

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