Como a tecnologia transforma a experiência e turbina o lucro no varejo (Parte 1)

Por Fabricio Ferraz, Sales Director da Arvore Digital 

Hoje em dia não existe um material sobre inovação que não comece falando sobre Inteligência Artificial e como ela vêm direcionando o futuro. Para o varejo não é diferente, exige uma reinvenção inevitável. A pergunta não é mais “será que o varejo vai usar a IA? Como?”, mas “quando irá implementar?”.

Outro dia li algo como “A IA não é mais um diferencial” (42% dos varejistas globais já utilizam IA e outros 34% estão em fase de teste), logo, o varejista que ainda não adotou, está abrindo um flanco importante para começar a diminuir. Seja perdendo espaço para a concorrência, ou simplesmente morrendo por dentro.

Considerando onde o poder computacional se encontra hoje, infelizmente ainda vemos poucos casos de uso desse tipo de solução no Brasil, não é à toa que estudos mostram que os varejistas do país oferecem a menor variedade de funcionalidades digitais desejadas, deixando de atender quase 39% dos recursos que os clientes procuram. A boa notícia é que esse gap representa uma oportunidade de ouro para quem inova.

Os padrões de consumo vêm mudando rapidamente. O consumidor moderno não busca mais apenas produtos, ele não espera encontrar um mero depósito ou ponto de transação, ele busca que a loja física seja um ecossistema de experiência, tecnologia e engajamento, que lhe entregue conveniência e personalização.

É exatamente aqui que entendo que a IA deva virar o jogo, pois ela permite que todas as variáveis sejam consideradas, sem que nada fique pelo caminho.a

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